Segue uma matéria interessante que li
essa semana:
Numerologia e a Depressão
Com freqüência temos acesso a notícias e
depoimentos de pessoas famosas que assumem publicamente que, em determinado
momento de suas vidas, foram acometidas por depressão. Geralmente casos assim
servem para levantar novamente a discussão sobre essa doença que afeta a
milhares de pessoas em todo o mundo.
A lista de celebridades que já sofreram
com a depressão não é nada pequena e conta com nomes como Sting, Jean-Claude
Van Damme, Britney Spears e Luis Miguel, além de astros brasileiros como Luiza
Tomé, Dóris Giesse, Adriana Esteves, Jorge Fernando, Neusa Borges, entre muitos
outros.
Mas, o que será que essas e tantas outras vítimas da depressão têm em
comum, além dos dias de sofrimento por conta doença? A numerologia tem uma
explicação: Todas elas possuem um número 7 em seu nome ou na sua data de
nascimento.
A cantora Marina Lima, por exemplo, tem
um nome de nascimento que soma 7. Ela teve uma crise de depressão, perto
dos 40 anos. Por isso não conseguia mais se apresentar e, durante 7
anos, ficou longe dos palcos. Disse que precisou rever toda a sua vida nesse
período.
Já a atriz Adriana Esteves ficou por um bom período longe das telas
devido a depressão profunda. Sua data de nascimento soma 7.
O mesmo
ocorreu com:
Vera Gimenez, Kelly Osbourne: (soma das vogais do nome = 7)
Wanderlei Cardoso, Luis Miguel: (soma das consoantes do nome) = 7
Vivien
Leigh, a Scarlett O`Hara de O vento levou, Bem Affleck, Marlon Brando (Número
do Destino (soma do nome de nascimento = 7)
Thalia, Ewan McGregor,
Jessica Alba, Marilyn Monroe, Alicia Keys, Carrie Fisher (soma da data
nascimento= 7)
Virginia Woolf, Heather Locklear, Ford Coppola: (Dia de
Nascimento = 7)
.
E porque o 7? O grande desafio de uma
pessoa que tem o número 7 entre seus números principais é conhecer a si
mesma e compreender então o que é a sua vida. A pessoa 7 está sempre
buscando algo a mais. Parece constantemente insatisfeita com aquilo que
conseguiu descobrir.
Deseja ir além das explicações óbvias,
simplistas e visíveis.
Por isso as pessoas 7 são grandes observadores e
têm uma enorme capacidade analítica e de pesquisa. Decifram enigmas, especulam
fatos misteriosos, são exigentes e detalhistas.
Investem sua energia na busca
de respostas que possam acalmar sua mente curiosa, seu espírito inquieto, suas
emoções, geralmente contidas.
Pessoas 7 são contemplativas,
reservadas e procuram ficar sozinhas para poder pensar. Fazem parte da
realidade, mas ao mesmo tempo se afastam dela, como se não quisessem ou não
pudessem se misturar com o mundo comum, banal, fútil, ordinário, mundano.
Preferem não se expor, não revelar a sua intimidade. Estão voltadas para seu
mundo interno e muitas vezes podem parecer auto centradas.
São pessoas inseguras que precisam
observar de longe, para então, depois que conseguiram avaliar as situações se
sentem à vontade para se expor.
Tem um mundo interno à parte, só seu,
impenetrável pelos outros. Nesse mundo ela se protege. Somente aí ela deixa
emergir todas as emoções, inseguranças, os desejos ocultos, as fantasias, os
sonhos. Porém, no momento devido, esse mundo muito pessoal é escondido na
“caixa” e dá lugar ao indivíduo que parece bem estruturado, auto suficiente,
racional, que tudo explica, com lógica, sem emoção.
No entanto, várias razões
podem deflagrar abalos na estrutura racional e contida da pessoa 7,
abrindo então a tampa da “caixa” e deixando descoberto esse lado frágil, essas
inseguranças, para as qual não existe explicação lógica. A pessoa 7 está
então totalmente vulnerável. Está completamente desarmada, e não sabe como
se reorganizar, se reestruturar! A caixa inviolável onde a pessoa 7
guardava as suas inseguranças está aberta, sem censura, sem controle!
Instala-se
a depressão.
O seu mundo interno passa a ser vivido
então de maneira desordenada. Seus intensos questionamentos perdem a base
racional. Surgem os medos incontroláveis, a falta de iniciativa, a inércia, as
desordens do ânimo, e consequentemente as perdas do afeto, a solidão, a falta
de prazer, a sensação de que não é digno de viver.
“Na depressão, a falta de significado de
cada empreendimento e de cada emoção, a falta de significado da própria vida,
se tornam evidentes.” Andrew Solomon
.
É necessário estruturar esses conteúdos
internos que jorraram para fora de maneira descontrolada com tratamentos
médicos e/ou terapêuticos.
A confiança será reativada ao conhecer e
compreender o que lhe acontece, que é na realidade a busca do número 7, ou seja, conhecimento, autoconhecimento,
sabedoria e acima de tudo fé!
“Eu detestava estar deprimido, mas foi
também na depressão que aprendi os limites de meu próprio terreno, a plena
extensão da minha alma.” Andrew Solomon – em seu livro Demônio do Meio –Dia.